E a minha cabeça cheia de idéias que precisam abrir espaço para coisas mais "importantes" no momento.
Ah, só uma observação às amigas blogueiras: finalmente recebi minha primeira trolada!!! Tô virando celebridade! hehehe
Eu estava pensando com os meu botões depois de ler livros e mais artigos num dia normal de estudo, quando, ao atravessar a rua para ir na papelaria eu quase morri. O sinal estava verde pra mim e eu fui indo. Mas aqui em Brasília, os motoristas são muito criativos, e especialistas em inventar vagas. Tinha um carro parado imediatamente antes da faixa de pedestre que que fica embaixo do sinal, encostado no meio fio. Eu tenho 1,52m, sou mais baixa que muito carro, ou seja, o cara não viu que eu já estava atravessando a faixa e como esse semáforo é só para os pedestres atravessarem a rua e não tinha "ninguém" e ele não ia correr o risco de bater em outro carro, acelerou e foi. Eu também não vi o carro. Sabe como é, nem sempre o fato de não vermos algo quer dizer que ele também não nos vê, mas dessa vez era verdade, não nos víamos mutuamente.
Para minha sorte, da minha família e de meus amigos, eu parei por um instante, antes de entrar no campo aberto, para pensar se havia ou não colocado no pendrive todos os arquivos que precisava imprimir. Como diria Raulzito, "quem pensa, pensa melhor parado". O carro praticamente raspou no meu nariz. Eu estava tão concentrada que só fui sentir o peso do quase ocorrido, quando cheguei ao outro lado da rua e as pessoas que estavam lanchando na padaria me olhavam espantadas.
Daí eu comecei a pensar porque esse imbecil não parou ou diminuiu a velocidade para se certificar de que não tinha ninguém atravessando a rua. Só tem mesmo uma resposta: porque ele estada DE CARRO! No código de trânsito está escrito que os veículos maiores são responsáveis pela segurança dos menores e TODOS são responsáveis pela segurança dos pedestre. Isso é obvio, e poderia ser visto somente em relação ao peso e à física mecânica (eu acho) das colisões.
Mas o que eu acho mesmo é que rola toda uma outra lógica no trânsito. Quanto mais caro o carro, mais intocável se acha o motorista. O tamanho importa também. Mas ainda mais importante é que nessa relação carro pedestre, o pedestre sai sempre perdendo. Eu tenho dificuldade de entender porque parece que o motorista está numa espécie de relação simbiótica com o carro, mas quando sair dele, vai ser um reles pedestre. Será que é por isso então que aqui em Brasília todo mundo faz o possível e o impossível para estacionar na porta dos lugares? Será que antes da pura e simples preguiça de andar, o medo maior e se misturar com a plebe que não tem carruagens?
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domingo, 30 de setembro de 2012
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Ano novo, vida nova!
Apesar do clichê, essa frase vai significar muito pra mim. A partir de janeiro de 2011 muita coisa irá mudar na minha vida. Não sei, por exemplo, se o perfil do Blog continuará o mesmo. Acho que sempre colocarei alguma coisa sobre política ou religião, mas agora será mais a título de comparação mesmo.
Eu gostaria muito de explicar o que vai acontecer 100% na minha vida, mas nem eu mesmo sei ao certo. Sei que vou me mudar e dia 10 de janeiro vou devolver o apê que moro desde setembro de 2008, depois defenderei minha dissertação e se der tudo certo, serei mestre, finalmente. Vou morar uns dois meses na casa dos meus sogros até ir rumo ao desconhecido gelado. Espero que não role nenhum ciúme da parte de madrecita, afinal, ninguém merece pegar ônibus na Octogonal e ainda tenho muitas coisas para resolver antes de partir. Tenho algumas idéias do que fazer quando estiver por lá, mas nada de certo. Quero fazer milhões de cursos, mas não sei se terei grana pra tudo.
Bom, sei que uma mudança tão grande na vida da gente nos faz pensar em outras coisas que não se ligam diretamente a ela, mas que a tocam de alguma maneira. Uma coisa besta como decidir o que levar, nos faz colocar na balança o que é ou não importante na nossa vida. Meus livros vão ficar, minhas ferramentas de artesã (amadora), meus vestidos, meus sapatos. Coisas que pareciam tão importante não vão servir para nada nesse ano em que serei vizinha do Papai Noel.
Outra coisa que não me preocupa é quem vai me visitar. Cheguei a pensar que enlouqueceria um ano longe dos meus amigos ou da minha família, mas sei que não vamos perder o contato, pois o blog continua, o skype, o e-mail... Tenho tantos amigos do coração que eu vejo uma vez por ano e olhe lá. Tenho outros que moram longe, mas que vejo até bastante... Tem muita gente que ficou bem mais próxima esse ano e que também está encarando o exílio. Espero que tenhamos sorte e que possamos trocar figurinhas e rir muito dos hábitos e costumes diferentes que irão nos fazer passar muita vergonha (no bom sentido) fora daqui.
Espero que 2011 seja ainda mais interessante do que 2010. Eu sempre preferi anos ímpares, mas essa não é mais uma regra infalível. Sinto um friozinho na barriga. Acho que vou passar outra vez por aquela velha indecisão "O que farei da minha vida?". Essa pergunta fica para ser respondida em 2012, mas tem sua resposta elaborada desde já, sem pressão, afinal, sei que muita coisa pode mudar até lá.
Caso não volte por aqui por um bom tempo, desejo a todxs muitas felicidades, festas, alegrias e desejos realizados.
Eu gostaria muito de explicar o que vai acontecer 100% na minha vida, mas nem eu mesmo sei ao certo. Sei que vou me mudar e dia 10 de janeiro vou devolver o apê que moro desde setembro de 2008, depois defenderei minha dissertação e se der tudo certo, serei mestre, finalmente. Vou morar uns dois meses na casa dos meus sogros até ir rumo ao desconhecido gelado. Espero que não role nenhum ciúme da parte de madrecita, afinal, ninguém merece pegar ônibus na Octogonal e ainda tenho muitas coisas para resolver antes de partir. Tenho algumas idéias do que fazer quando estiver por lá, mas nada de certo. Quero fazer milhões de cursos, mas não sei se terei grana pra tudo.
Bom, sei que uma mudança tão grande na vida da gente nos faz pensar em outras coisas que não se ligam diretamente a ela, mas que a tocam de alguma maneira. Uma coisa besta como decidir o que levar, nos faz colocar na balança o que é ou não importante na nossa vida. Meus livros vão ficar, minhas ferramentas de artesã (amadora), meus vestidos, meus sapatos. Coisas que pareciam tão importante não vão servir para nada nesse ano em que serei vizinha do Papai Noel.
Outra coisa que não me preocupa é quem vai me visitar. Cheguei a pensar que enlouqueceria um ano longe dos meus amigos ou da minha família, mas sei que não vamos perder o contato, pois o blog continua, o skype, o e-mail... Tenho tantos amigos do coração que eu vejo uma vez por ano e olhe lá. Tenho outros que moram longe, mas que vejo até bastante... Tem muita gente que ficou bem mais próxima esse ano e que também está encarando o exílio. Espero que tenhamos sorte e que possamos trocar figurinhas e rir muito dos hábitos e costumes diferentes que irão nos fazer passar muita vergonha (no bom sentido) fora daqui.
Espero que 2011 seja ainda mais interessante do que 2010. Eu sempre preferi anos ímpares, mas essa não é mais uma regra infalível. Sinto um friozinho na barriga. Acho que vou passar outra vez por aquela velha indecisão "O que farei da minha vida?". Essa pergunta fica para ser respondida em 2012, mas tem sua resposta elaborada desde já, sem pressão, afinal, sei que muita coisa pode mudar até lá.
Caso não volte por aqui por um bom tempo, desejo a todxs muitas felicidades, festas, alegrias e desejos realizados.
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